Solana – Feliz, feliz

•17 Fevereiro 2009 • Deixe um comentário

Refrescante é a palavra que melhor descreve Solana, uma banda formada por 4 talentosos capixabas que começa a surgir na cena musical brasileira. Agora em seu segundo disco, a banda assume uma personalidade única, sugerindo uma abordagem mais obscura do que seu disco anterior. Mas não entenda mal, como o próprio título diz, “feliz, feliz” mantém-se cheio de alegria com o som de suas guitarras pulsantes.

As faixas “para tua mulher quando te casares”, “a melodia Bonny Dundee” e “alegria cercada de angústia” marcam este CD, embalado por harmonias tramadas à voz jovial de Juliano Gauche e seu refrão: “eu não tenho o frescor de quem se banha em mar, mas venha que eu posso te deixar mais leve, você pode até gritar…”

Show do Solana no Ilhacústico, Vitória - ES

Show do Solana no Ilhacústico, Vitória - ES

Os ventos do largo

Desconcentrado, quando voltei do nada, vi como chovia e era tarde afinal. Eu que deixava um livro ruim que me mandava ser melhor com quem nunca me quis bem. Mas eu não ia pra ficar. Era agosto ainda no dia um. Eu tinha medo do desgosto e do mal. Sempre querendo evitar alguém de querer seguir só, indo por onde não voltará. Mas sem cuidar, eu sei de mim.

Super Omo Dura o Verão Todo

•13 Outubro 2007 • 3 Comentários

Ao assistir a nova propaganda-conceito da Omo, em que um robô se torna um menino de verdade ao brincar na lama, foi imediata a impressão que eu tive de que aquilo tudo foi inspirado no conto Superbrinquedos Duram o Verão Todo, de Brian Aldiss, que deu origem ao filme A.I. – Inteligência Artificial.

“No jardim da senhora Swinton era sempre verão. As adoráveis amendoeiras tinham folhas o ano inteiro. Monica Swinton apanhou uma rosa cor de açafrão e a mostrou a David. (…) David ergueu os olhos para ela, sorriu sem mostrar os dentes. Pegou o botão, saiu correndo pelo gramado e desapareceu atrás do canil (…). Sozinha, Monica estacou na trilha impecável de cascalho plástico. Bem que ela tentara amá-lo. Quando finalmente se decidiu a ir atrás dele, encontrou-o no pátio, brincando de barquinho com a rosa num pequeno lago ornamental. Muito entretido, ainda de sandálias nos pés.”

Propaganda-conceito da Omo/Unilever

Não fosse o menino-robô, a poça d’água, o jardim perfeito, eu nem teria associado uma coisa à outra. Mas a relação entre o conceito que a Omo quis transmitir e a pequena fábula moderna é mais evidente para quem conhece a história por trás do filme dirigido por Steven Spielberg.

No livro, David é um menino sintético que vive na companhia de um urso de pelúcia falante, apreensivo pelo amor não correspondido que ele sente pela mãe. O menino se confunde sobre sua existência, sobre o que é real e se ele mesmo é real. O filme mostra a jornada de David para se tornar um menino de verdade para conquistar o amor da mãe.

Segundo o site da Revista Meio & Mensagem, a principal peça da campanha da OMO é o filme ‘Roboboy’, produzido pela BBH, que tem início mostrando a vida solitária e sem brincadeiras de um menino-robô. As cenas se passam em um local cercado por natureza. A partir do momento em que um cachorro se mexe e o suja, ele começa a se movimentar e a ganhar vida. O robô sai de casa e passa a entrar em contato com a terra, as plantas, os bichos, a água, a chuva e, com isso, vai se transformando em um garoto. O comercial é encerrado com a assinatura: ‘Toda criança tem direito de ser criança’.

Ajude a contar uma história

•10 Julho 2007 • 2 Comentários

Parecia mais um novo site que logo seria esquecido. O Novlet.com ainda não é famoso no Brasil, mas a idéia é boa: fazer na internet aquela bricadeira de continuar a história de outra pessoa, e fazer dela quantas versões a imaginação permitir.

O que esse site precisava era só um empurrãozinho. Vinicius foi o primeiro a começar uma história em português e, de dois dias para cá, outras 4 pessoas já continuaram a história dele, com 9 passagens até agora.

E a tendência é que serviços como este cresçam cada vez mais. A colaboração é a nova mania da internet. Mais do que seguir o modelo de sucesso da Wikipédia, todos querem descobrir uma forma de fazer o conhecimento crescer em progressão geométrica.

Empresas de todos os tamanhos estão descobrindo como tirar proveito da colaboração em massa para alavancar seus negócios. Falarei disso mais adiante.

Café Colonial em Ibiraçu

•15 Maio 2007 • 5 Comentários

Este foi o convite que eu desenvolvi para o Café Colonial, um evento da Pastoral Familiar de Ibiraçu. As informações de data e local estão no verso.

Café Colonial - convite

FISL 8.0 (continuação)

•19 Abril 2007 • Deixe um comentário

No último dia de FISL, logo que cheguei, assisti a uma palestra. Almocei ao meio dia e depois não fiz muito mais do que andar de um lado para o outro procurando alguma coisa interessante que ainda não tinha visto.

Às 15:30 eu participei um minicurso de Inkscape (no local onde era a Arena de Programação) e aprendi muito bem como instalar plugins nele. Aprendi outras coisas também, mas com minhas próprias iterações. Na foto: eu.
Eu aprendendo a usar o Inkscape

No sábado tive a impressão de que deixaram as palestras de temas menos interessantes por último. Talvez eu é que estivesse entediado de tanto assistir a palestras. A palestra do Lucas Rocha sobre o Gnome foi uma excessão. Eu não assisti a palestra inteira, mas eu acho que ele e dois tradutores do Ubuntu-BR me convenceram a colaborar na tradução do Gnome… talvez sim, talvez não…

Na foto, Lucas Rocha, do Gnome.

Palestra do Lucas Rocha

No stand do Google, conversando com Rodrigo, contei a ele a história de quando eu era tradutor voluntário da Barra de Ferramentas do Google, o que me rendeu uma camiseta.

No encerramento deu pra perceber quanta gente stava a fim de ganhar um monitor de 24″. Fomos todos obrigados a assistir um pinguim dançando umas músicas muito bem compostas, muita gente agradecendo a muita gente, propaganda dos patrocinadores e muito mais.

No domingo, fomos conhecer a antiga casa do Alves, em Esteio e alguns parentes em Sapucaia. Almoçamos em um ótimo restaurante e depois fomos fazer um passeio de barco pela Lagoa dos Patos.

O passeio de barco durou cerca de meia hora e foi bastante agradável, apesar do barulho do motor. Na foto: Alves e Jandira de Pizzol.

Alves e Jandira de Pizzol

Logo em seguida fomos para a parte alta de Porto Alegre, onde ficam as emissoras de TV. De lá temos a vista de todo o centro da cidade.

Às 16 horas, já no aeroporto, eu e Vinicius vimos muita gente que estava no Fórum, inclusive Jono Bacon, que estava logo atrás de nós na fila do check-in, e o Lício. A viagem de volta foi tranquila e, ao chegar a Ibiraçu, percebemos que tudo isso valeu a pena.

FISL 8.0

•17 Abril 2007 • Deixe um comentário

Na semana passada, entre os dias 12 e 15 de abril, eu e meu irmão Vinicius participamos do FISL – Fórum Internacional Software Livre – em Porto Alegre. Inicialmente ficaríamos no Hotel Master Express, mas nos encontramos com Alves de Pizzol, um amigo-parente que meu pai conheceu há vários anos, que insistiu que ficássemos na casa dele. Ele e sua família foram muito hospitaleiros, além de nos terem feito economizar uns trocados.

No primeiro dia do FISL chegamos atrasados, lá pelas 14 horas. Vinicius estava com pressa, já que estava perdendo o Encontro Nacional do Ubuntu-BR. Eu também participei desse encontro, mas não fazia questão de chegar cedo, já que não sou fanático por Linux. Eu não sou fanático por Linux, mas sou entusiasta de tecnologia, apesar de estudar Administração, trabalhar como arte-finalista, ser usuário de Windows, usar CorelDRAW e Photoshop.

Depois de assistir o final do Encontro Nacional do Ubuntu-BR, saí andando pelos stands, parando naqueles que mais me interessavam (Google, OLPC, IBM…).

FISL 8.0

O stand do Google, além de um dos mais movimentados, era o meu preferido. Eles não serviam um expresso como a Sun, a Caixa e o BB faziam, mas são todos pessoas bacanas que procuram pessoas para trabalhar com eles. Havia também uns desafios que deixavam muita gente com um nó na cabeça só para conseguir um chaveiro e uma caneta com o nome Google. No segundo dia, eu fui o primeiro a conseguir criar um algoritmo para a solução do jogo das peças de madeira. Depois disso eles dificultaram mais as regras.

Eu e Vinicius esperando o tempo passar

Também no segundo dia, conheci o Lício, o André Noel e o Fábio Nogueira do Ubuntu-BR, o Lucas Rocha do Gnome, entre outros.